Cáceres enfrenta mais um desdobramento do tiroteio registrado ao amanhecer no bairro Vitória Régia. O adolescente Davi Gabriel Moreira de Souza, de 17 anos, morador de Sinop, morreu na manhã desta sexta-feira (20) no Hospital Regional de Cáceres, onde permanecia internado desde quarta-feira (18). Ele recebeu disparos durante a tentativa de homicídio que mobilizou a Polícia Militar nas primeiras horas do dia. Desde então, o caso ganhou grande repercussão na cidade, pois envolveu invasão de residência, troca intensa de tiros e três pessoas baleadas. Além disso, a morte do adolescente altera o rumo jurídico da ocorrência, que agora amplia a gravidade dos fatos investigados.

Relembre como o crime aconteceu em Cáceres
Na madrugada de quarta-feira, por volta das 5h30, a Polícia Militar recebeu chamado via CIOSP após moradores relatarem disparos em uma casa no Vitória Régia. Durante o deslocamento, os policiais encontraram um casal ferido pedindo socorro. Em seguida, a Força Tática localizou um homem alvejado no abdômen, identificado como “DJ”, também morador de Sinop. Conforme informações apuradas, Davi teria participado do ataque contra um rival e, no momento da ação, acabou atingido pelos disparos do próprio alvo. Enquanto isso, um comparsa tentou fugir; no entanto, a PM conseguiu localizá-lo pouco depois e realizou a prisão.
Cáceres intensifica investigação após morte
O Corpo de Bombeiros socorreu os envolvidos e encaminhou todos ao Hospital Regional de Cáceres. O casal baleado não corre risco de morte; porém, Davi permaneceu internado em estado grave até não resistir. Além disso, a Polícia Militar apreendeu uma das armas utilizadas e entregou o material à Polícia Civil. Agora, a investigação segue para esclarecer responsabilidades e reconstruir, com precisão, toda a dinâmica do confronto ocorrido em Cáceres.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
Uma tentativa de homicídio terminou com três baleados e, dias depois, a morte de um adolescente.
O ataque aconteceu no bairro Vitória Régia, durante a madrugada.
Sim. A morte pode alterar o enquadramento jurídico e ampliar a gravidade da investigação.

