Uma moradora de Cáceres usou as redes sociais para denunciar dificuldades no processo de inscrição do Festival Internacional de Pesca Esportiva (FIPe) 2026. No vídeo, a mulher afirma que a organização abriu as inscrições para a categoria infantil sem informar adequadamente a população e, por isso, muitas famílias perderam a oportunidade de cadastrar as crianças.
Segundo o relato, a situação gerou indignação entre pais e responsáveis que tentaram realizar a inscrição após o anúncio oficial do evento. A mãe afirma que, ao acessar o sistema, as vagas já estavam esgotadas. Além disso, ela alegou que muitas pessoas não tinham conhecimento de que as inscrições já estavam abertas.
Reclamação envolve categoria infantil
Durante a manifestação, a moradora disse que a falta de divulgação prejudicou principalmente as famílias que desejavam inscrever os filhos na competição. Conforme o relato, muitas mães só descobriram a abertura das inscrições quando as vagas já não estavam mais disponíveis.
Ela também afirmou que diversas pessoas enfrentam dificuldades para acompanhar processos de inscrição pela internet. Por isso, segundo a denunciante, uma comunicação mais ampla poderia evitar transtornos e ampliar o acesso da população às vagas ofertadas.
Valores cobrados também geram críticas
Além da questão relacionada às inscrições infantis, a moradora criticou os valores cobrados para participação em outras modalidades do festival. No vídeo, ela citou categorias como barco, canoa e caiaque.
De acordo com a mulher, os custos seriam elevados para parte da população local. Ela argumenta que muitas famílias não possuem condições financeiras para arcar com as taxas exigidas para participar das atividades.
Insatisfação repercute nas redes sociais
A gravação circulou em plataformas digitais e chamou a atenção de moradores da cidade. No vídeo, a mãe classifica a situação como revoltante e afirma que faltou transparência no processo de divulgação das inscrições.
Até o momento, o relato divulgado nas redes sociais representa a versão apresentada pela denunciante. O vídeo não informa quantas vagas estavam disponíveis, quando elas foram preenchidas nem se a organização do festival se pronunciou sobre as reclamações.

