Uma operação integrada realizada na manhã desta terça-feira (24), em Cuiabá, avançou no combate ao crime organizado com foco direto em Mirassol D’Oeste e região de fronteira. As equipes cumpriram mandados de busca e apreensão dentro da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May e da Penitenciária Central do Estado. Desde o início da ação, por volta das 6h40, os agentes buscaram provas que reforcem investigações sobre lideranças criminosas que atuam em Mirassol D’Oeste, mesmo a partir do sistema prisional. Dessa forma, a ofensiva ampliou o cerco contra estruturas que operam na região oeste de Mato Grosso.

Apreensões reforçam suspeitas de ordens criminosas partindo dos presídios
Durante as buscas, as equipes localizaram 14 aparelhos celulares, além de chips, cabos, carregadores e porções de substâncias ilícitas. Em seguida, os agentes apreenderam todo o material e encaminharam para perícia técnica. Além disso, os investigadores esperam identificar comunicações estratégicas, como troca de mensagens entre integrantes e ordens emitidas para atuação em Mirassol D’Oeste. Enquanto isso, a análise dos dispositivos deve aprofundar o mapeamento das conexões criminosas. Assim, os resultados podem revelar a extensão das operações ilegais coordenadas de dentro das unidades prisionais.
Operação amplia cerco contra liderança criminosa com atuação regional
A ação integra a Operação Véu Caído, conduzida pela Polícia Judiciária Civil em conjunto com a Agência Local de Inteligência do 17º Batalhão da Polícia Militar. Desde o início das investigações, as forças de segurança identificaram atuação direta de lideranças ligadas a uma facção criminosa com presença em Mirassol D’Oeste e áreas próximas à fronteira com a Bolívia. Portanto, a apreensão dos celulares representa um avanço importante para desmontar a estrutura do grupo. Por fim, as autoridades mantêm novas fases em planejamento, conforme o avanço das investigações.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
As equipes apreenderam celulares, chips, carregadores e porções de drogas dentro dos presídios.
A operação busca enfraquecer uma facção criminosa com atuação na região e na fronteira.
Sim, as autoridades não descartam novas ações conforme o avanço das investigações.

