Um homem foi detido dentro do local de trabalho em Mato Grosso.
Funcionárias denunciaram filmagens feitas no banheiro da empresa.
O caso foi registrado como importunação e assédio sexual.
Um homem de 51 anos foi preso em Nova Lacerda, no oeste de Mato Grosso, suspeito de praticar importunação e assédio sexual contra funcionárias de uma empresa local.
O caso veio à tona na tarde de segunda-feira (18), após mulheres relatarem que estavam sendo filmadas enquanto utilizavam o banheiro da empresa.
Segundo informações do boletim de ocorrência, ao menos três funcionárias, com idades de 34, 37 e 50 anos, denunciaram a conduta do suspeito.
funcionária grávida desconfiou da movimentação
Uma das vítimas, grávida de nove meses, passou a desconfiar das atitudes do colega após ouvir barulhos próximos à porta do banheiro.
Diante da suspeita, o próprio celular dela foi deixado gravando e teria registrado o homem se posicionando em frente ao banheiro, aparentemente realizando filmagens.
As imagens das câmeras de segurança da empresa também mostraram que o suspeito passava pelo local sempre após a entrada de funcionárias no banheiro.
gravações confirmaram suspeita das vítimas
Após analisarem os registros, as funcionárias constataram que o homem utilizava o celular para filmar através de um buraco na porta do banheiro.
Segundo os relatos, imagens eram registradas enquanto as mulheres utilizavam o sanitário ou trocavam de roupa.
Outras funcionárias também passaram a monitorar a movimentação do suspeito e realizaram novas gravações, que reforçaram as denúncias.
homem foi levado para delegacia
O suspeito foi detido no local de trabalho e conduzido para a delegacia de Polícia Judiciária de Comodoro.
As vítimas também compareceram à unidade policial e entregaram as gravações utilizadas como prova.
O caso segue sob investigação para apurar se há outras possíveis vítimas.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
É praticar ato de cunho sexual sem consentimento da vítima.
Sim. Dependendo da situação, pode configurar crime e violação de privacidade.
Sim. Vídeos, mensagens e outros indícios podem servir como prova.

