O Tribunal de Contas do Estado (TCE) decidiu não suspender a licitação da Prefeitura de Guarantã do Norte para a contratação de uma Organização Social responsável pela administração do Hospital Municipal Nossa Senhora do Rosário, cujo contrato prevê repasse mensal de R$ 2,7 milhões.
Representação do Instituto Social de Saúde São Lucas
A entidade questionou o edital, apontando insuficiência no quadro de profissionais para atendimento hospitalar e na UTI, incluindo enfermeiros, médicos e técnicos. Também contestou o orçamento previsto pela prefeitura, estimando que seriam necessários cerca de R$ 4,2 milhões mensais para garantir o funcionamento adequado.
Repercussão para a comunidade local
Apesar das críticas, a decisão do TCE permite que o processo licitatório continue, o que mantém a expectativa de continuidade dos serviços de saúde para a população de Guarantã do Norte e região. A discussão evidencia desafios enfrentados por municípios do interior para garantir estrutura e recursos adequados em unidades hospitalares.
Para os moradores, a administração do hospital é essencial para o acesso à saúde, especialmente em localidades com menos opções de atendimento especializado.
A questão também traz à tona debates sobre a gestão pública e a qualidade dos serviços ofertados em comunidades do interior de Mato Grosso.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) negou o pedido para suspender a Chamada Pública nº 03/2026 da Prefeitura de Guarantã do Norte. O processo prevê a contratação de uma Organização Social (OS) para administrar o Hospital Municipal Nossa Senhora do Rosário. O contrato possui repasse mensal estimado em R$ 2,7 milhões. A decisão partiu do conselheiro Campos Neto após análise de uma representação apresentada pelo Instituto Social de Saúde São Lucas. Além disso, a entidade apontou possíveis irregularidades no edital e questionou a viabilidade da contratação.

