Uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de uma carga de mercadorias ilegais na tarde desta segunda-feira (22), em Cáceres, na região de fronteira de Mato Grosso. Os agentes abordaram um Chevrolet Tracker e encontraram diversos produtos transportados sem autorização, incluindo celulares, perfumes, bebidas importadas, anabolizantes e caixas de tirzepatida.
Segundo as informações divulgadas, o motorista seguia por uma rota interestadual utilizada para o transporte das mercadorias. Durante a inspeção do veículo, os policiais localizaram os produtos escondidos no interior do automóvel. A ocorrência chamou a atenção principalmente pela quantidade de medicamentos encontrados durante a fiscalização.
Medicamento restrito chamou atenção dos agentes
Entre os itens apreendidos, a tirzepatida foi um dos produtos que mais despertaram preocupação. O medicamento, utilizado para emagrecimento e controle de doenças metabólicas, possui regras específicas para importação e comercialização no Brasil.
Além disso, os policiais encontraram anabolizantes, substâncias que também possuem controle rigoroso dos órgãos de fiscalização. A presença desses produtos reforçou a suspeita de transporte irregular de mercadorias entre estados.
Motorista revelou origem e destino da carga
Durante a abordagem, o condutor informou aos policiais que buscou os produtos no Paraná. Em seguida, ele atravessava Mato Grosso com destino ao estado de Rondônia.
A declaração ajudou a esclarecer o trajeto percorrido pela carga. Conforme a PRF, a ação interrompeu uma rota utilizada para o transporte interestadual de produtos sem regularização.
Material e valores foram apreendidos
Além das mercadorias, os agentes apreenderam dinheiro, cheques e um aparelho celular que estavam com o motorista. Após os procedimentos realizados no local, a equipe encaminhou o suspeito para a Polícia Federal, responsável pela continuidade das investigações.
A apreensão representa mais uma ação de fiscalização nas rodovias federais que cortam Mato Grosso. As autoridades agora devem apurar a origem dos produtos, a documentação das mercadorias e a possível participação de outras pessoas no esquema de transporte irregular.

