A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (12), a Operação “Locus Defecit” contra integrantes de uma facção criminosa que atua na região de Cáceres. Os policiais cumpriram mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em imóveis ligados aos investigados.
As investigações apontaram que os suspeitos atuavam como “missionários” da organização criminosa. Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizavam redes sociais para divulgar imagens com armas de fogo, drogas e grandes quantias em dinheiro. As publicações também exibiam mensagens de exaltação à facção.
Investigação identificou atuação nas redes sociais
A Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) de Cáceres identificou conteúdos ligados à facção em perfis monitorados pelos investigadores. Os suspeitos publicavam imagens e mensagens em meio à disputa com uma facção rival.
O delegado Fabrício Alencar afirmou que a operação busca fortalecer o inquérito policial e ampliar a produção de provas. A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados nem informou o número total de presos.
Polícia prende alvo em Cuiabá
Os policiais localizaram um dos investigados em um bar onde ele residia, na cidade de Cuiabá. A equipe cumpriu o mandado de prisão preventiva no local. O segundo alvo já permanecia detido na Penitenciária Central do Estado, onde os agentes também cumpriram a ordem judicial.

Durante as buscas, os policiais apreenderam aparelhos celulares e porções de drogas. A perícia forense analisará os materiais para auxiliar no avanço das investigações conduzidas pela DRACO.
Operação reuniu equipes especializadas
A Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) apoiou a operação junto com a Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado. As equipes participaram do cumprimento dos mandados e da apreensão de materiais considerados relevantes para o inquérito.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam. Até o momento, a corporação não divulgou a quantidade de drogas apreendidas nem detalhes sobre possíveis novos alvos da operação.
Perguntas frequentes
A Justiça determina a prisão preventiva durante investigações ou processos criminais.
A delegacia combate organizações criminosas e crimes ligados a facções.
Sim. Os investigadores utilizam mensagens, fotos e arquivos como evidências.

