Na noite de quinta-feira (30/01), um policial identificado como “Capitão Albuquerque” atacou um adolescente de 15 anos no condomínio Antártica, no bairro Ribeirão da Ponte, em Cuiabá. Segundo testemunhas, o policial suspeitava que alguém havia riscado o seu carro e decidiu agir de forma violenta.
Capitão da PM atac4 jovem de 15 anos em Cuiabá após suposto dano em veículo; veja vídeo pic.twitter.com/W012fywBDJ
— O Matogrossense (@o_matogrossense) January 31, 2025
Policial inicia agressão após questionamento
O jovem caminhava pelo condomínio quando o policial o interceptou. Sem qualquer prova, o homem o agarrou pelo pescoço e iniciou o estrangulamento. Durante o ataque, o agressor o pressionou a dizer quem teria riscado o carro. Diante das negativas, o policial desferiu socos no rosto, pescoço e nuca do adolescente, que ficou com lesões visíveis.
Moradores próximos intervieram e conseguiram afastar o policial. O pai do adolescente, que também presenciou a cena, relatou que o agressor estava visivelmente alterado.
Moradores denunciam violência e abuso de autoridade
O episódio revoltou os residentes do condomínio, que denunciaram o caso às autoridades. Eles exigem uma resposta rápida e afirmam que o comportamento do policial representa abuso de poder. A família da vítima registrou a ocorrência e buscará responsabilização penal.
Polícia promete investigação rigorosa
A Polícia Militar ainda não se manifestou oficialmente, mas fontes internas confirmam a abertura de uma investigação para apurar o caso. Especialistas em segurança afirmam que policiais fora de serviço devem respeitar os mesmos limites legais que qualquer cidadão. Eles consideram a atitude de “Capitão Albuquerque” um caso clássico de abuso de autoridade.
Enquanto isso, o adolescente passará por exames de corpo de delito para documentar as lesões. Por fim, a família busca apoio jurídico para garantir que o agressor enfrente as devidas consequências legais.
Perguntas frequentes
Perguntas frequentes
O policial foi identificado como “Capitão Albuquerque”, morador do condomínio onde ocorreu a agressão.
O policial suspeitou que alguém havia riscado o seu carro e, sem provas, atacou o jovem para obter informações.
O jovem sofreu lesões visíveis no rosto, pescoço e nuca, mas não há informações sobre ferimentos graves.

