Na manhã de sábado (27), o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos sofreu um ataque a tiros enquanto estava parado em um semáforo na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. O policial, que é irmão mais velho de Eloá Cristina Pimentel, vítima de um crime famoso em 2008, foi baleado por dois criminosos que chegaram em outra motocicleta.
Contexto do ataque e atendimento
O tenente seguia à paisana quando os disparos foram efetuados. Ele foi imediatamente atendido e transportado pelo helicóptero Águia da Polícia Militar para um hospital da região, onde passou por cirurgia após chegar inconsciente. A Polícia Militar iniciou as buscas pelos autores e encaminhará o caso ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa como tentativa de homicídio.
Repercussão social e memória do caso Eloá
Este ataque traz à tona a lembrança do caso de Eloá Pimentel, que em 2008, aos 15 anos, foi mantida refém por mais de 100 horas em Santo André pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, que acabou assassinando-a. Ronickson acompanhou de perto o julgamento que condenou o criminoso.
Para as comunidades e territórios do interior e região, o episódio reforça a fragilidade da segurança pública e o impacto que casos violentos têm sobre as famílias e a memória coletiva. A violência contra agentes públicos ressoa entre os moradores, que acompanham essas histórias com preocupação.
Este fato ressalta a importância do fortalecimento das políticas de proteção e apoio às famílias afetadas pela violência, além da necessidade de atenção contínua à segurança nas cidades e regiões próximas.

