A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (20), a Operação Conluio Pantaneiro e mirou uma facção criminosa que atuava fortemente na região de Cáceres e Mirassol d’Oeste, em Mato Grosso. Logo no início da ação, os investigadores cumpriram 62 ordens judiciais, incluindo prisões preventivas, buscas e bloqueios de bens, portanto atingiram diretamente a estrutura financeira e operacional do grupo. Além disso, a organização movimentou cerca de R$ 54 milhões com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, enquanto expandia suas atividades para outros estados. Em seguida, a investigação revelou que o líder residia em Cáceres e coordenava toda a logística criminosa, desde a entrada da droga na fronteira até a distribuição e ocultação dos valores ilícitos.

Investigação expõe base da facção na região de Cáceres
Os policiais iniciaram as investigações após a apreensão de mais de 461 quilos de cocaína na Estrada Transpantaneira, em Poconé, portanto ampliaram o monitoramento e identificaram uma rede estruturada com pelo menos 20 pessoas e 12 empresas. Além disso, o grupo utilizava Cáceres e cidades próximas, como Mirassol d’Oeste, como pontos estratégicos para armazenamento e envio da droga. Enquanto isso, a liderança coordenava as operações com apoio de intermediários, assim mantinha o fluxo constante de entorpecentes e dinheiro ilegal.
Esquema movimentou toneladas de droga e milhões em dinheiro
As investigações apontaram que a facção recebeu pelo menos seis grandes carregamentos de drogas em poucos meses, portanto acumulou cerca de 2,7 toneladas de pasta base de cocaína. Além disso, o grupo estruturou um sistema complexo de lavagem de dinheiro, utilizando contas bancárias e empresas para dar aparência legal aos valores. Por fim, a Polícia Civil contou com apoio da Receita Federal, Politec e outras forças, assim garantiu a identificação completa do esquema e avançou no combate ao crime organizado na região de fronteira.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
As investigações apontaram o envolvimento de pelo menos 20 pessoas.
O grupo atuava principalmente na região de Cáceres e Mirassol d’Oeste.
O esquema movimentou cerca de R$ 54 milhões.

