Na madrugada desta quarta-feira (1º), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma significativa apreensão de drogas em Rondonópolis, Mato Grosso. Durante uma fiscalização de rotina na BR-364, os agentes encontraram 176 quilos de cocaína escondidos em um compartimento secreto de um caminhão. A carga de madeira de teca, que parecia ser o único conteúdo do veículo, servia como disfarce para o transporte ilícito.
Abordagem e desconfiança inicial
Por volta da meia-noite e meia, a equipe da PRF abordou o caminhão Volvo/FH 460. A nota fiscal indicava que a madeira seria transportada de São José dos Quatro Marcos (MT) para Guarujá (SP). Contudo, o comportamento do motorista levantou suspeitas. Suas respostas sobre a viagem eram inconsistentes, levando os policiais a suspeitar de algo mais.
O papel do cão farejador
A suspeita se confirmou com a ajuda do cão farejador K9 Zion. O animal demonstrou interesse em uma área específica do caminhão, indicando a presença de substâncias ilícitas. Os policiais localizaram um compartimento oculto no cavalo-trator, onde estavam os 163 tabletes de cocaína. O uso de cães farejadores tem sido fundamental em operações de combate ao tráfico.
Confissão e detalhes do transporte
Confrontado com as evidências, o motorista admitiu ter carregado a cocaína em Mirassol do Oeste (MT). Ele declarou que receberia R$ 25 mil para levar a droga até São Paulo. O homem revelou que terceiros adquiriram o caminhão e o transferiram para seu nome com o único propósito de transportar entorpecentes, confirmando que ele atuava como “mula” no tráfico internacional.
Perguntas frequentes
A PRF usou o cão farejador K9 Zion, que detectou sinais de drogas e levou à abertura de um compartimento oculto, onde encontraram 163 tabletes de cocaína.
O motorista afirmou que a carga de madeira vinha de São José dos Quatro Marcos (MT) e estava indo para Guarujá (SP).
O motorista receberia R$ 25 mil para transportar a cocaína de Mirassol do Oeste (MT) até São Paulo.

