O Atlético Mineiro se prepara para um confronto desafiador contra o Bolívar, em La Paz, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. A partida, marcada para quinta-feira (17), terá como principal obstáculo a altitude de 3.600 metros, um fator que historicamente dificulta o desempenho de equipes visitantes.
O impacto da altitude em La Paz
A cidade de La Paz, situada a uma altitude elevada, apresenta um ar rarefeito que exige um preparo físico e mental superior dos atletas. O oxigênio em menor quantidade pode levar à fadiga precoce e à diminuição da capacidade de recuperação dos jogadores durante o jogo.
Conselhos de quem conhece o terreno
Fabio Gomes, ex-jogador do Atlético e ídolo do Bolívar, compartilhou sua visão sobre o confronto. Ele alertou para a dificuldade de atuar em La Paz, destacando que o time mineiro precisará de muita cautela. “É difícil jogar na altitude. Vai ser muito difícil”, afirmou Gomes, ressaltando que a qualidade técnica por si só não será suficiente.
Estratégia para superar o Bolívar
O ex-atacante aconselhou o Atlético a buscar um resultado que permita a decisão em casa. “O importante é o Galo ir lá e não perder”, disse Gomes, sugerindo que um empate, especialmente o 0 a 0, seria um bom ponto de partida. Ele acredita que, com organização, paciência e aproveitando as chances criadas, o Galo tem potencial para avançar na competição.
Perguntas frequentes
A altitude de mais de 3.600 metros torna o oxigênio mais rarefeito, o que exige um esforço físico maior dos jogadores e pode afetar seu rendimento durante a partida.
Fabio acredita que o Atlético deve focar em não perder o jogo em La Paz e que um empate, especialmente por 0 a 0, seria um bom resultado para o Galo.
O Atlético precisa manter a calma, controlar a posse de bola e aproveitar as oportunidades com precisão, mantendo o foco para lidar com os desafios da altitude e da pressão do adversário.

