A mãe de Decarlos Brown Jr., de 34 anos, acusado de assassinar Iryna Zarutska, uma refugiada ucraniana de 23 anos, em um trem na Carolina do Norte, expressou publicamente sua visão sobre o caso. Michelle Dewitt criticou a falta de tratamento adequado para seu filho, que sofre de esquizofrenia, e apontou falhas no sistema de saúde mental como fatores que podem ter contribuído para o crime. A declaração surge após o trágico evento que chocou a região.
A luta contra a esquizofrenia
Michelle Dewitt relatou que seu filho enfrenta problemas psicológicos há anos. A família tentou interná-lo diversas vezes, mas sem sucesso. Segundo ela, a condição de Brown piorava, levando-o a acreditar que possuía um chip em seu cérebro, um sintoma de sua esquizofrenia. Dewitt afirmou que Brown não tinha plena consciência da gravidade de seus atos e que, após uma prisão anterior por trotes ao número de emergência, as autoridades deveriam ter providenciado tratamento.
Críticas à liberação anterior
A mãe do acusado criticou a decisão das autoridades de liberar Brown após sua prisão anterior, sem que ele recebesse o tratamento médico necessário. “Ele não deveria ter sido liberado. Se tivesse recebido o tratamento necessário, isso nunca teria acontecido”, declarou Dewitt. Ela ressaltou a falha do sistema em cuidar de indivíduos com distúrbios mentais graves. Apesar da dor pela situação, ela não acredita que o crime tenha tido motivação racial, como especulado por alguns.
Responsabilidade do sistema de saúde
Michelle Dewitt também criticou o sistema de saúde mental dos Estados Unidos, que, em sua opinião, negligencia pacientes com doenças psiquiátricas sérias. Ela afirmou que continuará visitando o filho na prisão, mesmo acreditando que ele não compreende totalmente suas ações. O caso levanta a discussão sobre a necessidade urgente de reformas no tratamento de pessoas com transtornos mentais, especialmente aquelas com histórico de comportamento violento.
Perguntas frequentes
Ela critica a decisão das autoridades de liberar Brown após sua prisão anterior, sem tratar adequadamente sua esquizofrenia, o que, segundo ela, contribuiu para o assassinato.
Decarlos Brown sofre de esquizofrenia, uma condição que, segundo sua mãe, não foi tratada corretamente pelo sistema de saúde mental.
Michelle Dewitt acredita que o ataque não teve motivação racial e afirma que seu filho não tinha noção da gravidade de seus atos devido à sua condição mental.

