Um homem de 58 anos morreu na tarde desta quinta-feira (22) após sofrer um ataque de um enxame de abelhas enquanto trabalhava em uma fazenda localizada na zona rural de Cáceres, a cerca de 225 quilômetros de Cuiabá. A vítima, identificada como João Alexandrino da Silva Filho, atuava como motorista e conduzia um caminhão pela área de pastagens da Fazenda Ressaca quando as abelhas o surpreenderam. Diante da situação, um funcionário que presenciou o ataque acionou o socorro de forma imediata e encaminhou João para a Unidade de Pronto Atendimento do município. No entanto, apesar da rápida mobilização e do atendimento médico, o trabalhador não resistiu, o que levou as autoridades a iniciarem os procedimentos de apuração do caso.

Ataque ocorreu durante atividade de rotina na propriedade rural
De acordo com as informações apuradas, João realizava uma atividade rotineira na fazenda quando o enxame avançou de forma inesperada. Enquanto ele dirigia o caminhão pela área de pastagem, as abelhas atacaram, o que causou uma situação de emergência no local. Além disso, outro funcionário da propriedade, que operava uma pá carregadeira nas proximidades, presenciou o ocorrido e auxiliou no acionamento do socorro. Assim, a equipe conseguiu retirar a vítima da área e encaminhá-la rapidamente para atendimento médico.
Polícia Civil acompanha o caso e investiga circunstâncias
Após a confirmação da morte, a Polícia Civil tomou conhecimento da ocorrência e iniciou os procedimentos necessários para apurar as circunstâncias do ataque. Os investigadores buscam esclarecer detalhes sobre o ambiente onde o enxame se encontrava e as condições em que o trabalho ocorria. Portanto, o caso segue sob investigação, enquanto as autoridades reforçam a importância de cuidados redobrados em áreas rurais, especialmente em regiões onde há presença de colmeias.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
O caso aconteceu em uma fazenda na zona rural de Cáceres, no interior de Mato Grosso.
A vítima foi identificada como João Alexandrino da Silva Filho, de 58 anos, que trabalhava como motorista.
Sim. A Polícia Civil acompanha a ocorrência e apura as circunstâncias do ataque.

