A 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) decidiu, nesta quinta-feira (4/12), acolher o recurso do Ministério Público e determinar a abertura de ação penal contra o atacante Bruno Henrique, do Flamengo. A decisão reverte o entendimento inicial da justiça e autoriza que o jogador responda por estelionato e manipulação de resultado. Este julgamento em segundo grau altera o curso do caso, colocando o atleta oficialmente sob investigação criminal.
Reviravolta após recurso do MP
O Ministério Público recorreu da decisão de primeira instância, argumentando que havia elementos suficientes para a instauração de uma ação penal. Com o novo julgamento, os desembargadores acolheram os argumentos do MP, abrindo caminho para a continuidade da apuração. Bruno Henrique passa agora a responder formalmente às acusações, o que intensifica a pressão sobre sua defesa e eleva o caso a uma nova etapa processual. A mudança de posicionamento do tribunal indica que os indícios apresentados pelo MPDFT foram considerados relevantes.
Defesa promete nova ofensiva
Após a decisão do TJDFT, a defesa do jogador Bruno Henrique declarou que pretende recorrer novamente. Os advogados sustentam a inocência do atleta e afirmam que a denúncia não possui base jurídica. Com a abertura da ação penal, o cenário para o jogador se torna mais complexo, pois o processo seguirá com a produção de provas e a possibilidade de depoimentos. O caso atrai atenção do meio esportivo por envolver um atleta de destaque nacional, ao mesmo tempo em que suscita debates sobre responsabilidade criminal em episódios de manipulação de resultados.
Perguntas frequentes
A decisão determinou a abertura de ação penal contra Bruno Henrique.
O jogador responderá por manipulação de resultado e estelionato.
Sim, os advogados afirmaram que recorrerão novamente da decisão.

