A derrota da Seleção Brasileira para a Bolívia por 1 a 0 nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, em El Alto, gerou um forte desabafo de Rodrigo Caetano, coordenador geral executivo de Seleções da CBF. Ele criticou as condições do estádio e a postura da Conmebol.
Infraestrutura precária em El Alto
Rodrigo Caetano comparou o estádio boliviano a um campo de “Série B de Campeonato Estadual”. Ele apontou a altitude elevada, a infraestrutura inadequada e a falta de controle sobre as condições da partida como fatores que prejudicaram o desempenho brasileiro. A troca de bolas murchas durante o jogo foi um dos pontos levantados.
Desafios da altitude e organização
A altitude de El Alto, a mais de 4.000 metros acima do nível do mar, já representa um desafio físico significativo. Caetano ressaltou que falhas organizacionais, como a inadequação das bolas e a falta de um ambiente controlado, agravaram a situação. Ele questionou por que tais problemas não resultaram em punições pela Conmebol.
Cobrança à entidade máxima do futebol sul-americano
O coordenador da CBF expressou insatisfação com a Conmebol por não garantir padrões mínimos de qualidade para as partidas. Ele defende maior rigor nas exigências para sediar jogos internacionais, especialmente em locais com condições extremas. A fala de Caetano reflete a necessidade de melhorias na gestão das competições sul-americanas.
Perguntas frequentes
Ele fez essa comparação devido à infraestrutura precária, como a troca constante de bolas murchas e a falta de público adequado ao redor do campo.
Caetano criticou a falta de ação da Conmebol em relação às condições do jogo, como a escolha do estádio inadequado e a falta de punição pelos problemas enfrentados.
A altitude de 4.088 metros colocou os jogadores brasileiros em desvantagem física, tornando a partida ainda mais difícil, além das falhas na infraestrutura do estádio.

