Na manhã desta terça-feira (26), policiais penais identificaram um princípio de motim na Cadeia Pública de Lucas do Rio Verde, localizada a 334 km de Cuiabá. Durante uma revista de rotina, os agentes encontraram itens irregulares, como lixo, garrafas PET e roupas fora do padrão, o que gerou insatisfação entre os detentos.
Os reeducandos reagiram com acusações e insultos, afirmando que os agentes haviam roubado seus pertences pessoais. Para conter o tumulto, os policiais usaram balas de borracha, atingindo dois detentos de forma leve. Os agentes rapidamente encaminharam os feridos para atendimento médico e exames de corpo de delito.
Revista de rotina encontra itens proibidos e provoca reação
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) confirmou que a revista fazia parte de um procedimento padrão. Os policiais localizaram objetos não permitidos nas celas, ação que desagradou alguns reeducandos. Além disso, os detentos protestaram contra os agentes, acusando-os de apropriação de pertences.
Os policiais reagiram à situação com o uso de força progressiva, utilizando munição antimotim para restaurar a ordem. A Sesp reforçou que a ação seguiu os protocolos estabelecidos para situações de conflito.
Policiais garantem atendimento aos feridos
Após o uso de balas de borracha, os policiais prestaram assistência imediata aos dois detentos atingidos. Entretanto, os agentes garantiram o encaminhamento dos feridos para atendimento médico e realização de exames legais. As autoridades confirmaram que os ferimentos foram leves e não exigiram maiores intervenções.
Além disso, a Sesp anunciou a abertura de um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias do motim e as acusações dos reeducandos. A secretaria assegurou que investigará qualquer denúncia de forma rigorosa e transparente.
Autoridades reforçam protocolos de segurança
A atuação rápida dos policiais penais demonstrou preparo e eficiência no controle de situações críticas. Por fim, especialistas sugerem que o reforço no diálogo e na transparência entre agentes e reeducandos pode prevenir conflitos e fortalecer a segurança no ambiente prisional. Além disso, medidas que ampliem a fiscalização e melhorem as condições de convivência podem evitar episódios semelhantes.

