A Polícia Civil de Minas Gerais desmantelou uma fábrica clandestina de cachaça em Belo Horizonte. Rinaldo Roberto da Cruz, 51 anos, foi preso em flagrante em sua residência, onde produzia e vendia bebidas sem controle de qualidade, representando um risco à saúde pública.
Produção irregular descoberta
A operação policial teve início após uma denúncia anônima sobre a fabricação irregular de cachaça no bairro Pongelupe, região do Barreiro. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram barris, galões e rótulos falsificados de marcas conhecidas. O ambiente apresentava condições insalubres, indicando alto risco de contaminação.
Suspeito confessou adulteração
Durante o interrogatório, Rinaldo admitiu o uso de “caramelo” para simular o envelhecimento da cachaça, enganando os consumidores. Ele vendia as bebidas falsificadas como se fossem de marcas renomadas. A perícia confirmou que o processo de fabricação, sem padrões sanitários, colocava em risco a saúde da população.
Investigação se expande e alerta à população
A investigação aponta para uma fábrica de embalagens em Sarzedo, ligada ao filho e nora do suspeito, que negaram envolvimento. A Vigilância Sanitária e o Ministério da Agricultura foram acionados para análise da bebida. Rinaldo pode pegar até 12 anos de prisão pelos crimes de falsificação e atentado contra a saúde pública. Autoridades alertam para o consumo de bebidas sem registro oficial.
Perguntas frequentes
Perguntas frequentes
A polícia agiu após receber uma denúncia anônima sobre a produção irregular de cachaça.
O suspeito utilizava “caramelo” para simular o envelhecimento da bebida.
O acusado pode ser condenado a até 12 anos de prisão.

