Servidores da área da saúde em Cuiabá ameaçam entrar em greve devido ao corte do adicional de insalubridade. O prefeito Abilio Brunini declarou que, em caso de paralisação, os profissionais podem ser substituídos por uma empresa terceirizada. A gestão municipal busca garantir a continuidade dos serviços essenciais em UPAs, UBSs e hospitais.
Reivindicação de insalubridade
A categoria reivindica a manutenção do pagamento do adicional de insalubridade. Este benefício é destinado a profissionais que atuam em condições prejudiciais à saúde. O corte pode desmotivar os trabalhadores e afetar a qualidade do atendimento à população. A paralisação, segundo sindicatos, pode gerar filas e sobrecarga.
Medidas da prefeitura e terceirização
O prefeito Abilio Brunini afirmou que não permitirá a interrupção do atendimento à população. Ele mencionou a possibilidade de acionar uma empresa terceirizada para garantir a continuidade dos serviços. Além disso, um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) poderá ser aberto contra os grevistas. A Prefeitura considera a greve uma violação das normas trabalhistas.
Impactos e tensão na gestão
A situação gera tensão entre servidores e a administração municipal. A possível greve compromete o funcionamento de unidades essenciais e preocupa a população. A postura da Prefeitura indica o uso de medidas administrativas e legais para evitar interrupções. O cenário exige diálogo para uma solução que contemple direitos e o atendimento público.
Perguntas frequentes
Eles reivindicam a manutenção do pagamento do adicional de insalubridade, cortado recentemente pela Prefeitura.
Ele afirmou que poderá substituir os servidores por uma empresa terceirizada e abrir um Processo Administrativo Disciplinar contra os grevistas.
Unidades de pronto atendimento (UPAs), unidades básicas de saúde (UBSs) e hospitais da capital podem ter o atendimento comprometido.

