Carlos Belmonte, ex-diretor de futebol do São Paulo, concedeu entrevista exclusiva detalhando os motivos de sua recente saída do clube. Ele abordou as tensões internas e as divergências com o presidente Julio Casares, que culminaram em seu afastamento. A conversa revelou que a decisão de deixar o cargo, inicialmente prevista para o fim da temporada, foi antecipada após a derrota expressiva do time por 6 a 0 contra o Fluminense.
Divergências com Casares aceleraram a saída
Belmonte explicou que as discordâncias com Julio Casares vinham se acumulando, impactando diretamente a gestão do departamento de futebol. O desgaste crescente tornou a permanência insustentável. Segundo ele, seu afastamento do cotidiano do time gerou incertezas e afetou o ambiente, aumentando a urgência por uma definição sobre seu futuro no clube. A derrota por goleada serviu como catalisador para a decisão já em curso.
Futuro político no Tricolor
Além de revisitar os bastidores de sua saída, Carlos Belmonte admitiu que considera a possibilidade de concorrer à presidência do São Paulo em eleições futuras. Embora ainda não tenha tomado uma decisão definitiva, ele deixou a porta aberta para um envolvimento político mais profundo no clube. Essa declaração amplia o debate interno e sinaliza que sua relação com o Tricolor pode se estender para além de cargos diretivos.
Perguntas frequentes
A derrota por 6 a 0 para o Fluminense acelerou sua decisão de sair do cargo de diretor de futebol.
Sim, Belmonte mencionou divergências acumuladas com o presidente que afetaram a gestão.
Belmonte afirmou que considera a possibilidade de disputar a presidência no futuro.

