Cáceres amanheceu de luto neste domingo (1) com a confirmação da morte de José Lito Mamoré Ferreira, aos 56 anos, conhecida carinhosamente como Cateucia Simpsom. A cozinheira ganhou projeção ao gravar vídeos nas embarcações do Pantanal e ao repetir o bordão “um beijo da pantera”. Além disso, sua presença carismática marcou profundamente a rotina da cidade. Dessa forma, a notícia se espalhou rapidamente e mobilizou manifestações de carinho e despedida em toda a região.
Luta contra a doença e comoção em Cáceres
Nos últimos meses, Cateucia enfrentou uma batalha contra o câncer e, ainda assim, manteve o bom humor que a tornou querida. No entanto, na noite anterior à morte, ela passou mal e precisou de atendimento médico. Em seguida, familiares a levaram ao hospital. Apesar dos esforços da equipe de saúde, ela não resistiu. Como resultado, amigos, colegas de trabalho e seguidores reagiram com tristeza e homenagens nas redes sociais.
Legado de alegria que marcou Cáceres e o Pantanal
Além disso, o legado deixado por Cateucia ultrapassou o ambiente de trabalho e alcançou milhares de pessoas. Seus vídeos mostravam o cotidiano do Pantanal de forma simples e acolhedora. Assim, ela transformou a cozinha em espaço de convivência e proximidade. Logo depois, seu bordão virou marca registrada. Por fim, Cateucia consolidou-se como símbolo de alegria, identidade regional e afeto genuíno.
Perguntas e respostas:
Perguntas frequentes
Cateucia Simpsom foi uma cozinheira conhecida em Cáceres e no Pantanal por vídeos gravados em embarcações, nos quais transmitia alegria, carisma e proximidade com o público.
Ela enfrentava um câncer e morreu após passar mal e ser levada ao hospital, onde não resistiu.
Ela ganhou notoriedade pelos vídeos espontâneos no Pantanal e pelo bordão “um beijo da pantera”, que conquistou seguidores pela autenticidade e bom humor.

