O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhe o ex-presidente Jair Bolsonaro durante sua internação no Hospital DF Star, em Brasília. A decisão foi tomada após o ex-presidente apresentar um mal-estar súbito enquanto estava detido.
Autorização para presença de familiares
Além da esposa, o magistrado permitiu que outros familiares próximos visitem o ex-presidente durante o período de observação médica. A lista de autorizados inclui os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan Bolsonaro, além da filha mais nova, Laura Bolsonaro, e da enteada Letícia Firmo.
A medida visa garantir o suporte familiar ao paciente enquanto ele recebe os cuidados necessários. O atendimento médico ocorre sob monitoramento constante das autoridades judiciais responsáveis pelo caso.
Segurança reforçada na unidade hospitalar
Apesar da permissão para visitas, o ministro estabeleceu protocolos rígidos de segurança no hospital. A Polícia Militar do Distrito Federal foi designada para manter vigilância permanente no local, assegurando a ordem durante a permanência do ex-presidente na unidade de saúde.
Dois policiais militares devem permanecer posicionados na porta do quarto onde Jair Bolsonaro está internado. Essa determinação busca manter o controle da situação e garantir que o protocolo de detenção seja respeitado, mesmo diante da necessidade de tratamento médico especializado.
Contexto da internação hospitalar
O episódio que motivou a transferência ocorreu na manhã desta sexta-feira. Após sentir um mal-estar repentino na unidade de detenção, o ex-presidente foi encaminhado com urgência para avaliação médica. O quadro clínico segue sendo acompanhado pelas equipes de saúde e pelas autoridades competentes.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, foi o responsável pela decisão judicial.
A autorização contempla Michelle Bolsonaro, os filhos Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura, além da enteada Letícia Firmo.
Sim, a Polícia Militar do Distrito Federal fará a vigilância permanente, com agentes posicionados na porta do quarto do paciente.
