Uma adega na Mooca, São Paulo, está sob investigação após a morte de um cliente que consumiu uma bebida supostamente adulterada com metanol. A Polícia Civil, a Vigilância Sanitária e o Procon-SP realizaram uma operação no local para coletar provas e interditar o estabelecimento. O proprietário nega conhecimento sobre a adulteração.
Operação recolhe amostras suspeitas
Durante a ação conjunta, garrafas com suspeita de adulteração foram apreendidas em diversos pontos da cidade, não apenas na adega em questão. Todos os produtos recolhidos serão submetidos a perícia criminal para confirmar a presença de metanol, uma substância perigosa à saúde. O caso é tratado com urgência devido ao risco à saúde pública. São Paulo já registrou seis casos de intoxicação por metanol, com três mortes confirmadas.
Proprietário nega envolvimento
José Rodrigues, dono da adega, declarou que desconhece qualquer irregularidade nas bebidas vendidas. Ele afirmou confiar nos fornecedores e que jamais comercializaria produtos falsificados. A defesa alega que o estabelecimento pode ter sido vítima da cadeia de distribuição e que a responsabilidade deve ser apurada tecnicamente.
Investigação mira toda a cadeia
O Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) conduz a investigação para identificar a origem da adulteração. A polícia não descarta a existência de uma rede de distribuição envolvida na venda de bebidas com metanol. A operação deve se estender a outros pontos de venda para evitar novas ocorrências.
Perguntas frequentes
A morte de um cliente após consumir bebida possivelmente adulterada com metanol.
Ele alega desconhecer a adulteração e confiar nos fornecedores.
O Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).

