O município de Castanheira, no noroeste de Mato Grosso, viveu momentos de tensão até a prisão de Joel Laureano Ferreira, 46 anos, suspeito do feminicídio da professora Adélia Cristina de Oliveira Batista.
Busca intensa na mata e reação do suspeito
Após o corpo da professora ser encontrado em uma represa no assentamento onde residia, a polícia civil iniciou buscas na mata fechada próxima. Joel tentou fugir, mas foi localizado e preso na quarta-feira (1º), mesmo armado e resistindo à captura.
Repercussão entre moradores e familiares
A prisão foi recebida com alívio por familiares, alunos e moradores que acompanharam o caso de perto. A mobilização da Delegacia de Juína e o empenho das equipes reforçam a importância da segurança pública para as comunidades do interior.
O caso evidencia o impacto social do feminicídio no interior do estado, onde as relações comunitárias são próximas e o sentimento de pertencimento é forte.
A investigação continua para esclarecer as circunstâncias da morte e garantir que a justiça seja feita, trazendo alguma medida de conforto para a comunidade afetada.
A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (1º), Joel Laureano Ferreira, de 46 anos, apontado como principal suspeito do feminicídio da professora Adélia Cristina de Oliveira Batista, em Castanheira, no noroeste de Mato Grosso. A vítima foi encontrada morta na última segunda-feira (29), dentro de uma represa localizada em um assentamento onde morava. Segundo as investigações preliminares, Joel trabalhava como vaqueiro e mantinha um relacionamento afetivo com Adélia. Além disso, o caso causou forte comoção no município e mobilizou equipes da Delegacia de Juína desde as primeiras horas da apuração.
