Rondonópolis implementa um método inovador para cuidar da saúde das comunidades locais, utilizando armadilhas chamadas ovitrampas que detectam a presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.
Monitoramento detalhado nas comunidades
As ovitrampas são instaladas em bairros da região que vai do Monte Líbano ao Carlos Bezerra, abrangendo cerca de 20 mil imóveis. Elas simulam o ambiente ideal para que as fêmeas depositem ovos, que são recolhidos e analisados pela Vigilância Epidemiológica para identificar áreas de maior risco.
Participação comunitária e prevenção contínua
Mesmo em períodos menos propícios para a proliferação do mosquito, as armadilhas têm apontado locais que necessitam de atenção. A Vigilância reforça a importância do envolvimento dos moradores na eliminação de recipientes com água parada para evitar a reprodução do vetor.
De acordo com a responsável pela Vigilância Epidemiológica, Vânia Scapini, o método também ajuda a eliminar ovos já existentes no ambiente, contribuindo para a redução dos focos e para o fortalecimento da saúde pública local.
Essa iniciativa reforça o compromisso do município em proteger seus moradores e promover um ambiente mais saudável, valorizando a participação comunitária e o cuidado regional.
A Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis passou a utilizar um novo método para monitorar e controlar o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra as ações já desenvolvidas pelo município e faz parte de um programa do Ministério da Saúde. O sistema utiliza armadilhas chamadas ovitrampas, que ajudam a identificar áreas com maior presença do vetor e direcionar medidas de combate de forma mais eficiente.

