Na reta final para o primeiro turno das eleições presidenciais da Colômbia, marcado para o próximo domingo (31), o governo anunciou o “Plano Democracia”, uma operação de segurança que mobiliza 228.902 agentes das Forças Armadas e da polícia para proteger o processo eleitoral.
Proteção das comunidades e locais de votação
Mais de 128 mil agentes estarão diretamente envolvidos na segurança de 5.720 seções eleitorais, enquanto o Exército reforçará a proteção de mais de 5 mil locais considerados estratégicos. Essa mobilização visa garantir que as comunidades em todo o território colombiano possam exercer seu direito ao voto em um ambiente seguro.
Recompensas e combate à desinformação nas redes
O governo oferece recompensas que podem chegar a 1 bilhão de pesos para informações que impeçam ataques contra candidatos. Também há um esforço de monitoramento digital para combater a desinformação, que representa um risco real para a transparência do pleito e a confiança da população.
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, ressaltou a importância de proteger os candidatos e o processo eleitoral das ameaças digitais e físicas, destacando a criação de um fundo especial para essa finalidade.
Essa operação demonstra a preocupação do governo colombiano com a estabilidade social e política, reforçando a importância da participação segura das comunidades rurais e urbanas, que são parte fundamental do cenário eleitoral nacional.

