Na sexta-feira (15), a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a Operação Atrium II para cumprir 18 ordens judiciais contra uma facção criminosa investigada por práticas violentas, incluindo tortura e homicídios. A ação busca desarticular o grupo que mantinha um sistema interno conhecido como “tribunal do crime” para aplicar punições severas.
Funcionamento da facção e punições internas
As investigações apontaram que a organização criminosa possuía uma estrutura hierarquizada e atuava com divisão clara de funções. O “tribunal do crime” era utilizado para julgar e punir membros do próprio grupo e rivais, com métodos que incluíam tortura e execuções. A facção também estava envolvida com o tráfico de drogas na região, ampliando seu impacto na comunidade.
Consequências para as comunidades e próximos passos
O Núcleo de Investigação de Homicídios liderou as diligências que resultaram na operação, identificando os suspeitos e suas funções. A Polícia Civil contou com apoio de equipes de cidades vizinhas para cumprir os mandados, reforçando o combate às organizações criminosas que ameaçam a segurança local.
O delegado Emerson Marques destacou que a operação representa um avanço no enfrentamento dessas facções. A investigação continua para identificar outros envolvidos e analisar os materiais apreendidos, buscando ampliar a resposta das autoridades.
Essa ação tem impacto direto nas comunidades afetadas pela violência dessas organizações, sinalizando um esforço contínuo para restaurar a ordem e a segurança em Mato Grosso.

